Após 38 anos surge nova pista no caso dos assassinatos em série da Colina Gypsy

Nos três primeiros meses de 1976, um serial killer caçou jovens mulheres em Reno e em Bay Area, São Francisco, estado da Califórnia. E após 38 anos, os investigadores...
Na foto: Vítimas do desconhecido serial killer de Gypsy Hill. Da esquerda para a direita: Paula Baxter, Tanya Marie Blackwell, Carol Lee Booth, Michelle Mitchell, Denise Lamp, Veronica Cascio. Créditos: FBI.

Na foto: Vítimas do desconhecido serial killer de Gypsy Hill. Da esquerda para a direita: Paula Baxter, Tanya Marie Blackwell, Carol Lee Booth, Michelle Mitchell, Denise Lamp, Veronica Cascio. Créditos: FBI.

Nos três primeiros meses de 1976, um serial killer caçou jovens mulheres em Reno e em Bay Area, São Francisco, estado da Califórnia.

E após 38 anos, os investigadores que ainda trabalham neste caso dizem ter recentemente recebido um relato de uma testemunha ocular que pode ajudar na investigação.

Numa coletiva de imprensa feita em 6 de março de 2014, o agente especial do FBI Gerald Bessette pediu para que pessoas voltassem suas memórias para o início de 1976 e resgatassem quaisquer fatos que eles achassem que poderiam ajudar as autoridades. A fala do agente aparentemente fez alguém lembrar e relatar o avistamento de um homem branco, de aproximadamente 20 a 30 anos, dirigindo um carro com placas de Nevada, na área onde uma das vítimas, Paula Baxter, foi encontrada.

Baxter foi a terceira de seis vítimas atribuídas ao desconhecido serial killer.

A jovem de 17 anos foi vista pela última vez deixando o estacionamento de sua escola em Burlingame, em 4 de fevereiro de 1976. O carro dela foi encontrado nas proximidades na manhã seguinte. Seu corpo foi encontrado em um matagal, atrás de uma igreja.

Duas semanas depois, o corpo de Michelle Mitchell foi encontrado em uma garagem perto do campus Reno.

A ligação entre o assassinato de Mitchell, de Baxter, e de outras quatro mulheres só foi feita no ano passado, durante um reexame do caso pelo Departamento de Polícia de Reno. Uma dançarina de bar chamada Cathy Woods foi acusada e condenada pela morte de Mitchell, mas em 2013, exames de DNA mostraram que Woods não estava envolvida no crime.

Fontes próximas à investigação dizem que o relato da testemunha é bastante vago para levá-los a um suspeito, mas se for verdade isso reforça a tese de que o homem foi um visitante regular de Reno.

Woods está presa a mais de 30 anos. Uma audiência sobre um novo julgamento, que pode libertá-la, foi marcada para este mês de agosto.

Com informações: Kolotv

Esta matéria teve colaboração de:

Tradução por:

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