Julgamento de Luka Magnotta: Advogado chama médico patologista de “incompetente”

Uma importante testemunha no julgamento de Luka Magnotta é o patologista forense Yann Daze, que conduziu a autópsia nos restos mortais de Jun Lin. Há algumas semanas, o advogado...
Seleção de Júri - Luka Magnotta

Na foto: O médico patologista Yann Daze. Créditos: Le Devoir.

Na foto: O médico patologista Yann Daze. Créditos: Le Devoir.

Uma importante testemunha no julgamento de Luka Magnotta é o patologista forense Yann Daze, que conduziu a autópsia nos restos mortais de Jun Lin. Há algumas semanas, o advogado de Magnotta, Luc Leclari, sugeriu que a análise do patologista foi falha porque ele supostamente não assistiu ao vídeo do assassinato gravado por Magnotta e publicado na Internet.

Leclair foi ainda mais longe e o chamou de “incompetente”, mas Daze defendeu sua abordagem dizendo que suas opiniões são baseadas no que ele vê em um laboratório, não em um vídeo.

Em depoimento, o patologista disse que a garganta da vítima foi cortada com um objeto afiado, como uma faca, e isso foi a provável causa de sua morte. Daze foi incapaz de determinar se os numerosos hematomas na cabeça da vítima foram causados antes ou após a morte.

O patologista disse que a autópsia foi dificultada pelo estado do corpo, todo desmembrado, bem como o avançado estado de decomposição. Daze também examinou ferramentas encontradas no lixo que acredita-se ter sido usadas no assassinato, incluindo uma faca, uma chave de fenda, um martelo, uma serra elétrica pequena e uma tesoura.

Daze disse ainda que não viu o vídeo porque ele sabia que estava ligado ao caso, e não queria atrapalhar suas próprias conclusões.

Ele testemunhou que não teve qualquer interesse em ver o vídeo. “Francamente, eu vejo coisas bastante nojentas em meu trabalho, eu não precisava ver mais nada”, disse ele ao júri.

O patologista explicou que a condução da autópsia em cinco dias separados dificultou seu trabalho porque patologistas geralmente trabalham em dias consecutivos e isso faz com que o trabalho fique mais dinâmico.

Seu trabalho começou em 1 de Junho de 2012, quando a polícia encontrou o tronco e pernas da vítima. Daze disse que o tronco estava coberto de vermes. Ele disse também ter encontrado um pedaço de papel, mas os fluidos provenientes do tronco mancharam o bilhete fazendo dele ilegível.

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Com informações: The Star

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