David Brooks: morre nos Estados Unidos um dos cúmplices do serial killer Dean Corll

Faleceu em um hospital de Galveston, Texas, David Owen Brooks, um dos cúmplices do caso que ficou conhecido como “Assassinatos em Massa de Houston”, ocorrido em Houston, Texas, no...

David Brooks, fotografado em 1973 durante buscas por corpos. Foto: Chron.

Faleceu em um hospital de Galveston, Texas, David Owen Brooks, um dos cúmplices do caso que ficou conhecido como “Assassinatos em Massa de Houston”, ocorrido em Houston, Texas, no início dos anos 1970.

Morador do bairro Heights, em Houston, aos 12 anos, David conheceu um homem mais velho chamado Dean Arnold Corll, conhecido na região como “Candy Man” (Homem dos Doces). O apelido guardava relação com a fábrica de doces da mãe de Corll – ele costumava distribuir guloseimas para a criançada. A relação se estendeu quando, de maneira intencional, Dean ofereceu sua casa para David refugiar-se quando necessário.

Corll observou a vulnerabilidade advinda do relacionamento conturbado que o garoto tinha com o pai, e, encontrou nisso, um gancho para agir.

Quando completou 14 anos, David foi molestado por Dean. Para agradar o garoto, Corll o presenteava.

David se viu tão envolvido com os presentes e ofertas de Corll, que, de maneira quase automática, seguia os pedidos de seu mentor. Em pouco tempo, Brooks estava agindo. Ele buscava vítimas para Dean, as levava até o molestador, e, em troca, recebia recompensas.

Em 1971, Brooks apresentou seu amigo Elmer Wayne Henley, de 15 anos, a Dean. Henley ficou enfeitiçado pelo estuprador, e logo já estava dentro do jogo de horror, atraindo mais vítimas para Corll.

Os três agiram juntos por algum tempo, dilacerando a vida de mais de duas dúzias de garotos com idades que variavam de 13 a 20 anos.

Os crimes só foram descobertos quando Henley atirou em Corll, assassinando-o, e, em seguida, ligando para as autoridades.

No momento da morte de Corll, ele estava pronto para torturar dois amigos de Henley, que aproveitou o descuido de Dean, capturando a arma usada no assassinato.

Henley foi acusado de seis assassinatos, mas não foi acusado pela morte de Dean, considerada legítima defesa.

O garoto, condenado a prisão perpétua, ainda colaborou para que as autoridades policiais encontrassem quatro corpos, localizados em um local perto do Sam Rayburn, um reservatório.

Brooks se entregou à polícia um dia depois da prisão de Elmer Wayne Henley. Juntos, David e Henley levaram os policiais a um local em High Island, onde outros seis corpos foram descobertos. Dezessete outras vítimas foram enterradas em uma garagem de barcos.

David, também condenado a prisão perpétua, cumpriu 46 anos desta, e no dia 12 de maio foi hospitalizado com sintomas consistentes com COVID-19. Ele testou positivo para o vírus, vindo a falecer no último dia 28 de maio, aos 65 anos, deixando seu nome marcado para sempre na história de Houston.

A história completa de Dean Corll, David Brooks e Wayne Henley pode ser lida no link abaixo:

Por:


Daniel Cruz
Texto

Daniel Cruz
Revisão

Universo DarkSide – os melhores livros sobre serial killers e psicopatas

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